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Paixão de Educar é um grupo de pesquisa e troca de experiências em Educação Infantil e Primeiro Ciclo do Ensino Fundamental.
Objetivando uma educação inovadora, significativa, prazerosa, eficaz e de qualidade às crianças, a fim de auxiliarmos na evolução de indivíduos críticos e questionadores - cidadãos ativos na busca de uma sociedade mais justa e pacífica.
O grupo surgiu após a criação da minha humilde micro empresa – PPD – Projetos Pedagógicos Dinâmicos – e é com alegria e orgulho que a vejo espalhada por toda a rede.

www.projetospedagogicosdinamicos.kit.net
A comunidade Paixão de Educar mais atuante é a do yahoo:
http://br.groups.yahoo.com/group/paixaodeeducar/
No orkut também difundimos nossa paixão pela educação:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=821614
Você também tem Paixão de Educar?
Então, junte-se a nós!
Beijos Carinhosos!
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08/07/2008 23:40
A importância do brincar
enviada por Paixão de Educar
02/06/2008 23:23
Minhas idéias na revista...
Clique aqui para aumentar!
Revista Guia Prático para Professores de Ensino Fundamental I número 52 - Página 12 - Editora Lua.
Visite o site PPD e conheça mais o meu trabalho:
http://www.projetospedagogicosdinamicos.com

enviada por Paixão de Educar
25/05/2008 19:57
A LENDA DO GIRASSOL
Dizem que existia no céu uma estrelinha tão apaixonada pelo Sol que era a primeira a aparecer de tardinha, antes que ele se escondesse.
E toda vez que o Sol se punha ela chorava lágrimas de chuva.
A Lua falava com a estrelinha que assim não podia ser. Que a estrela nasceu para brilhar à noite e que não tinha sentido esse amor.
Mas a estrelinha amava cada raio de sol como se fosse a única luz de sua vida. Esquecia até sua própria luzinha.
Um dia ela foi falar com o Rei dos Ventos para pedir a sua ajuda, pois queria ficar olhando o Sol, sentindo o seu calor eternamente.
O Rei dos Ventos disse que seu sonho era impossível, a não ser que ela abandonasse o céu e fosse morar na Terra, deixando de ser estrela.
A estrelinha não pensou duas vezes: virou uma estrela cadente e caiu na Terra em forma de semente.
O Rei dos Ventos plantou esta sementinha com muito carinho e regou com as mais lindas chuvas.
A sementinha virou planta. As suas pétalas foram se abrindo, girando devagarinho, seguindo o giro do Sol no Céu.
É por isso que os girassóis até hoje explodem seu amor em lindas pétalas amarelas.
Propostas de Atividade:
1 Trabalhar com Sementes de Girassol - Articulando Meio Ambiente e Arte;
2 - Depois de contar a Lenda do Girassol, propor aos alunos interpretá-la através de desenhos e pinturas;
3 - Reproduzir vasinhos de girassol, reaproveitando garrafas PET(atividade sobre reciclagem de lixo);
4 - Trabalhar com os alunos:
- Sementes e a Germinação.
Levantamento de Hipóteses:
- O que é germinação?
- O que é uma semente?
- O que a planta necessita para sobreviver?
5 - Experimentação - Organização em grupos de 6 alunos.
Material Necessário:
- Vasinhos
- Terra Vegetal
- Sementes de Girassol
É importante no final da experiência o registros das observações e conclusões.
6 Colocar as Músicas de Girassol Jane Duboc & Grupo Cidade Negra e a Campanha pela Paz.
7:
- Leitura de artigos de jornal e relatos das crianças sobre Guerras e Violência;
- Roda de conversa - momento das crianças falarem. Suas opiniões sobre Guerras e Violência;
- Registro da atividade.
- Apreciação das músicas e a interpretação através de desenhos: Campanha pela Paz.
- Propor aos alunos que produzam textos no final de todas as vivências.
Idéias Interessantes:
- Apresentação do Site de Van Gogh e livros sobre sua vida.
- Quadros: Os Girassóis e Auto-Retrato
"...A verdade prova que o tempo é o Senhor
dos dois destinos, dos dois destinos
já que para ser homem tem que ter
a grandeza de um menino, de um menino
no coração de quem faz a guerra
nascerá uma flor amarela
Como um girassol
Como um girassol
Como um girassol amarelo, amarelo..."
Cidade Negra
Mais sugestões de atividades interessantes no Projeto Germinação PPD - maiores informações e encomendas através do e-mail:
ppd@projetospedagogicosdinamicos.com
Visite o site do PPD e conheça um pouco mais o meu trabalho:
www.projetospedagogicosdinamicos.com
enviada por Paixão de Educar
14/02/2008 15:18
O CORPO DO GRUPO
Conceito-chave: corpo/movimento; espaço
Indicação: Crianças até 11 anos
Objetivo: Identificar as diferentes formas de relação do corpo em movimento com os espaços.
Desenvolvimento:
Pedir que os alunos deitem no chão em qualquer posição. Todos deverão estar interligados entre si por qualquer parte do corpo.
Um dos alunos deverá ser escolhido para contornar com giz os colegas. Após isso, todos deverão se levantar, afastar-se numa certa distância e ficar lado a lado atrás de uma linha riscada no chão. O professor dá o sinal e todos deverão correr, escolher um dos corpos contornados, cumprir as mensagens lançadas pelo professor:
Exemplo de mensagens:
- ocupar o corpo de pé, em um pé só.
- ocupar o corpo sentado; de cócoras.
- ocupar a posição desenhada no chão.
- ocupar o maior espaço possível do corpo escolhido.
Variante: Contornar apenas a metade da turma e realizar a atividade com toda a turma. Indicando que ninguém poderá pisar nas linhas de contorno, procurando ocupar o interior do corpo contornado.
Nesta atividade pretendemos que o aluno de uma forma lúdica, perceba e identifique as partes do corpo e as diferentes formas de relação que ele pode estabelecer com o espaço limitado. E também desenvolver a atenção do aluno que poderá ficar sem espaço para ocupar. Promover uma discussão com os alunos analisando quais as partes mais ocupadas e as partes esquecidas.
É tarefa da Educação Física escolar, portanto, garantir o acesso dos alunos às práticas da cultura corporal, contribuir para a construção de um estilo pessoal de exercê-las e oferecer instrumentos para que eles sejam capazes de apreciá-las criticamente.( Parâmetros Curriculares Nacionais de Educação Física )
Mais sugestões de atividades como esta no Projeto Psicomotricidade PPD.
Visite o site e conheça mais o nosso trabalho:
www.projetospedagogicosdinamicos.com
enviada por Paixão de Educar
06/12/2007 16:07
Comemoração!!!
Olá amigos!
É com satisfação que comemoramos 2 anos de existência do blog Paixão de Educar. Agradeço imensamente todas as manifestações de carinho, elogios, críticas, pedidos, opiniões e sugestões enviadas por vocês que curtem meu trabalho - MUITO OBRIGADA!
Continuarei postando sugestões de atividades e artigos interessantes aqui. Entretanto, agora possuo um outro espaço na internet que é muito mais completo e está repleto de novidades. Convido a todos a visitarem:
http://www.projetospedagogicosdinamicos.com
Atualizarei o site mensalmente e conto com o mesmo carinho, dicas, opiniões, críticas,pedidos e sugestões de todos para que ele se torne um apoio eficaz e de qualidade aos profissionais de educação em serviço.
Espero que gostem...
PARABÉNS A TODOS NÓS QUE TEMOS PAIXÃO DE EDUCAR E DESAFIO DE INOVAR!!!

enviada por Paixão de Educar
20/11/2007 16:52
Dia da Consciência Negra
Comemora-se no dia 20 de novembro, o "Dia Nacional da Consciência Negra". Nessa data, em 1695, foi assassinado Zumbi, um dos últimos líderes do Quilombo dos Palmares. A escolha do 20 de novembro foi muito mais do que uma simples oposição ao 13 de maio: "Os movimentos sociais escolheram essa data para mostrar o quanto o país está marcado por diferenças e discriminações raciais. Foi também uma luta pela visibilidade do problema. Isso não é pouca coisa, pois o tema do racismo sempre foi negado, dentro e fora do Brasil. Como se não existisse".( Flávio Gomes )
Pela Lei nº10.639 toda instituição de ensino fundamental e médio, pública e particular, deve incluir o assunto Cultura Negra no currículo. Contudo, em muitos lugares, após quatro anos de sua aprovação, a lei é ainda ignorada. Muitas vezes simplesmente por falta de capacitação de professores.
As mudanças não estão ocorrendo apenas na parte estrutural, mas também são sentidas na pele por alunos e professores. Estes, agora, têm de buscar atualizações, cursos de extensão e etc; aqueles, terão que se acostumar a conhecer novas culturas e histórias diferentes das quais estamos expostos todos os dias.
NAS ESCOLAS: MUITA PROPOSTA E POUCA MUDANÇA
No início de seu mandato o presidente Lula aprovou a inclusão do Dia Nacional da Consciência Negra no calendário escolar e tornou obrigatório o ensino de história da África nas escolas públicas e particulares do país. Embora a decisão tenha sido comemorada, alguns pesquisadores ressaltam que existem obstáculos a serem ultrapassados para que a proposta se transforme em realidade. "Em geral, a história dada segue o livro didático e ele é insuficiente para dar conta de uma forma mais ampla e crítica de toda a história", ressalta Vasconcelos. Essa avaliação da historiadora é confirmada pela professora de história Ivanir Maia, da rede estadual paulista. "A maioria dos professores se orienta pelo livro didático para trabalhar os conteúdos em sala de aula. Nos livros de história, por exemplo, o negro aparece basicamente em dois momentos: ao falar de abolição da escravatura e do apartheid".
Campos destaca que alguns livros didáticos de história têm sido mais generosos ao retratar a "história dos vencidos", mas ressalta que a maioria, inclusive os livros ligados a sua área - a geografia -, continua a veicular os fatos sociais de forma depreciativa, seja referente ao Brasil ou a África. "Encontramos com fartura os elementos de modo civilizatório ocidental como a única verdade que merece maiores considerações", exemplifica. Uma iniciativa importante que ocorreu nesse período foi o controle dos livros didáticos distribuídos pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), visando evitar a distribuição de livros contendo erros conceituais e representações negativas sobre determinados indivíduos e grupos. Mas, na opinião de Garcia, seria necessário exigir uma maior revisão nessas obras: "os livros didáticos precisariam abordar a participação do povo negro na construção do país, na construção da riqueza nacional, na acumulação do capital e também as suas batalhas, rebeliões, quilombos e suas lutas mais contemporâneas".
Paula Cristina da Silva Barreto, professora da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal da Bahia, destaca que, além dos livros didáticos, outro foco importante são as propostas de mudança na formação dos professores. "Foi tímido o trabalho feito pelo MEC nessa direção até o momento", critica a pesquisadora. Na avaliação dela, sem professores bem preparados para abordar temas complexos, como os abordados nos PCNs, "é muito difícil obter sucesso com a alteração curricular e existe uma grande probabilidade de que as escolas não coloquem em prática o que foi proposto". Os baixos salários pagos e as condições de trabalho desanimadoras nas escolas são fatores também destacados pelos pesquisadores como possíveis responsáveis pelo pequeno envolvimento dos professores com propostas que visam abordar a diversidade étnica e problematizar a questão do negro no Brasil no interior das escolas.
"É preciso entender que a desigualdade no Brasil tem cor, nome e história. Esse não é um problema dos negros no Brasil, mas sim um problema do Brasil, que é de negros, brancos e outros mais".
DICAS:
A cultura africana oferece elementos relacionados a todas as áreas do conhecimento. Se a escola não inclui esses conteúdos no planejamento, cada professor pode colocar um pouco de África em seu plano de ensino:
Língua Portuguesa:
- Para mostrar a influência dos falares africanos no Brasil, você pode usar as palavras de origem banta já incorporadas ao nosso vocabulário.
- Leve para sala de aula lendas africanas e histórias que tratem de diversidade.
- Use livros como Menina Bonita do Laço de Fita, de Ana Maria Machado, O Pássaro-da-Chuva, de Kersti Chaplet, e o gibi Zumbi dos Palmares (produzido em 2001 pela Editora Lake é distribuído gratuitamente) para atividades de leitura e escrita.
- Familiares dos alunos afro-descendentes podem ser convidados para contar histórias de sua vida, informações que serão transformadas em texto.
Artes:
- Podem ser trabalhados conceitos de arte abstrata e geometrismo, danças, mitos e adereços e máscaras, relacionando essas produções às manifestações artísticas do continente europeu.
O desafio é não resvalar no preconceito nem cair no encantamento do exótico.
Educação Física:
- Usar o iitop, o mbube-mbube (ou o tigre e o impala) e a mamba, e jogos como o yote e a mancala. Iniciar contando a história do jogo e os valores da cultura africana presentes em cada um.
Língua Estrangeira:
- Mesmo quando o idioma a ser aprendido é o inglês ou o espanhol, é possível inserir a cultura africana e afro-descendente.Uma boa idéia é levar para suas turmas letras de músicas do afro-descendente jamaicano Bob Marley e de outros cantores negros e textos em inglês sobre a vida de lideranças como os americanos Malcom X e Martin Luther King.
Ciências:
- Mencionar a evolução das espécies, esclarecendo que biologicamente todos os seres humanos são parecidos e que as pequenas diferenças físicas não interferem na capacidade intelectual.
História:
- É fundamental fazer a comparação com o modo de vida do negro no nosso país, na época da escravidão, nos quilombos e nos dias de hoje.
Atualidade:
- Miséria, epidemias e guerras civis existem hoje nos diversos países da África.Mas também estão presentes em outros lugares. Usando notícias de jornal e livros, dicutir com as turmas as guerras civis em Angola e em Ruanda, a fome e a epidemia de Aids.
Geografia:
- Localize em mapas os diversos povos que vieram para o Brasil e as riquezas de cada região, principalmente as minas de ouro e diamantes, para a turma entender os motivos da exploração.
- Ao falar sobre os diversos povos, é possível destacar as contribuições de cada um para a economia do Brasil Colônia.
Educação Infantil:
- Pesquisa em jornais e revistas das palavras: Trabalho, escravo, Brasil, Portugal e África.
- Identificação de palavras pesquisadas através de caça-palavras
- Leitura do texto Zumbi pensava diferente
- Observação do mapa mundi para localização do Brasil, África, Portugal.
- Decomposição da palavra PALMARES para formação de novas palavras.
- Roda de conserva enfocando a diferença entre o dia 13 de maio e o dia 20 de novembro
- Tentativa de escrita de palavras
- Registro de numerais comparando quantidades
- Exploração do calendário mensal
- Exploração do calendário anual com observação de datas que marcam a história de negro
- Construção de um glossário com palavra de origem africana
- Rodas de conversa enfocando a irmandade dos homens, que todos somos iguais.
- Exposição de ervas presentes principalmente na cultura afro
- Contagem de número de letras das palavras
- Localização identificando distâncias: Perto longe a partir da fala do narrador ao afirmar que os negros cativos vinham de muito longe.
- Pesquisa de gravuras ou fotos que demonstrem atos fraternos entre brancos e negros.
- Audição da música O conto das três Raças (Clara Nunes) entre outras.
- Exploração de sons afros: tambor, atabaque, berimbau.
- Ilustração da História Tempo de Escravidão (através de pintura com guache)
- Confecção de fantoches com perfil afro;
- Construção de retrato étnico da turma: produção de mural com fotos e frases que traduzem as características étnicas e culturais das crianças;
- Formação de painel coletivo com personalidades negras que alcançaram a fama;
- Construção de maquete de um quilombo;
- Confecção de chocalhos, atabaque e berimbau.
Literatura: Sugerimos as histórias: O ratinho branco e o grilo sem Asas; Menina bonita do laço de fita e a lenda Negrinho do Pastoreio.
"A prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei".
Para saber mais:
- Adquira o Projeto Cultura Negra PPD com mais dicas e sugestões elaboradas por Paty Fonte. Maiores informações e encomendas através do e-mail:
encomendas@projetospedagogicosdinamicos.com
Visite também o site PPD:
http://www.projetospedagogicosdinamicos.com
Indico também:
- A África na Sala de Aula, Leila Leite Hernandez, 679 págs., Ed. Selo Negro, tel. (11) 3872-3322, 88,80 reais.
enviada por Paixão de Educar
15/11/2007 19:43
O modismo dos blogs
A cada dia que passa, navegando pela internet, encontro mais e mais blogs de professores destinados a sugerir atividades para os colegas de profissão. Muitos fotografam suas aulas e expõem suas experiências positivas estes eu admiro. O que me assusta é a quantidade de blogs sem compromisso com o verdadeiro sentido de educar.
O que é educar realmente? Educar é transformar o animal humano em cidadão ativo e participativo na sociedade. É levar os alunos a crítica, ao questionamento, é desenvolver habilidades. A escola deve exercer um papel de humanização a partir da aquisição de conhecimentos e de valores para a conquista do exercício pleno da cidadania. E educar para a cidadania é educar para uma democracia que dê provas de sua credibilidade de intervenção na questão social e cultural. Isto exige uma prática educativa, participativa, dialógica e democrática, que supere a cultura autoritária de simples transmissão de conhecimento. Todas as atividades escolares devem promover a construção conjunta.
Não é um trabalho fácil nem tampouco simples. Como já dizia Paulo Freire "Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo". Será que os professores não sabem que tem nas mãos este poder e esta responsabilidade? Creio que sabem mas nem todos tem coragem, engajamento e paixão suficiente para por a mão na massa e educar de forma efetiva, significativa.
Vejo blogs elogiadíssimos onde há um copia e cola de livros didáticos e pedagógicos. Alguns com imagens ainda nítidas que podem servir como material de pesquisa, outros nem isso. E onde está a análise crítica? O que fazer com o material exposto? Simplesmente achar bonitinho, xerocar e transmitir aos alunos? Creio que alguns vão unir os diversos materiais e planejar o que fazer com ele adaptar a realidade da instituição em que trabalha e as necessidades de seus alunos. Mas estes são a exceção o que confirma que há uma regra. A grande maioria vai transmitir e só.
É fundamental filtrar a quantidade de informação que é transmitida através da internet. Quantidade NÃO é qualidade. Quantidade não educa.
Outro dado igualmente assustador é ver educadores que se preocupam exageradamente com paineis, murais, lembranças, enfeites de toda ordem feitos por eles belíssimos sem duvida, mas sem sentido algum. Não quero aqui defender a idéia de manter uma sala de aula feia e sem atrativos visuais, não é isso. Mas me pergunto se todo educador é artesão. Se todos têm habilidades manuais. Se todas as escolas têm recursos e materiais disponíveis para a confecção. E ainda, se isto é dado pronto às crianças. Não é de se estranhar que existem aqueles que menosprezam a profissão de professor e acham que aprendemos nos cursos de pedagogia artesanato, que nossas provas são como escrever em papel pardo ou coisas do tipo. A questão é ainda mais grave se pensarmos que aprendemos exatamente o oposto. Aprendemos a valorizar e a incentivar a criatividade dos alunos e que são eles, e suas construções e descobertas, que devem ser expostas nos paineis, murais, se são as lembranças que eles confeccionam as significativas e não aquelas que vem prontas e mesmo muito bem feitas acabam, em breve, na lata do lixo.
E o tempo perdido com isso? Não poderia ser gasto planejando uma aula dinâmica, interativa, emocionante? Não poderia ter sido gasto lendo um bom livro que acrescentasse em sua práxis? Então, o que proponho é a prática do professor orientador, facilitador, amigo, parceiro, e não detentor do saber absoluto. Propor a prática da construção de conhecimento junto com os alunos. Do professor educador e não artesão.
Não quero desrespeitar o trabalho de ninguém mas sim levantar a questão para uma reflexão. Os artesãos devem ser respeitados e valorizados pelo seu trabalho e o professor, pelo dele, cada um exercendo a sua função.
Presentear os alunos e enfeitar junto com eles o ambiente escolar é fundamental e importante sim, é óbvio, mas o que quero enfatizar é o como fazer isso e aliar tal prática ao objetivo mor que é educar, no sentido pleno da palavra.
Todas as atividades escolares devem promover a construção conjunta. "...aprender não é um ato findo. Aprender é um exercício constante de renovação..." Portanto, pensem nisso...
Visite também meu site PPD:
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enviada por Paixão de Educar
20/10/2007 18:37
LARANJA NA CESTA
OBJETIVOS:
1- Estimular a construção do número de O a 10.
2- Estímulo à construção do número pela contagem feita pelo esquema um a um, no uso da relação de um objeto associada à soma de pontos apresentados pelos dois dados, ao todo.
3- Conceitos de mais e menos e de maior e menor.
4- Conceito de esvaziamento relacionado à operação tirar.
5- Desenvolvimento da atenção e da disciplina.
6- Reconhecimento dos direitos alheios e respeito às regras impostas pelo grupo.
Números de Jogadores:
Quatro jogadores, sendo indispensável a presença do adulto participante, menos nas primeiras vezes.
MATERIAL:
1. Um campo desenhado sobre uma cartolina, com quatro laranjeiras, com dez laranjas cada árvore.
2. Uma cesta com dez espaços destacados é desenhada ao lado de cada laranjeira.
3. Dez fichas, de cor laranja, marcam as frutas sobre cada árvore no início da partida (40 fichas ao todo).
4. Um copo e um dado.
OBSERVAÇÃO:
As fichas, de cor laranja ou amarelas, podem ser substituídas por laranjinhas, de massa de papel e cola, feitas pelas crianças ou por botões de roupa com esse formato.
REGRAS:
l. Um dos participantes, escolhido pelo grupo, por critério decidido entre eles, inicia a partida.
2. De acordo com o número apontado pelo dado, o jogador retira as laranjas de sua laranjeira e as coloca sobre a cesta desenhada ao lado.
3. O jogo continua até que um dos jogadores consiga encher sua cesta.
4. Vence o jogador que conseguir colher primeiro todas as suas laranjas. É comum continuarem jogando para ver quem "ganha" em segundo lugar e também em terceiro.
PISTAS E DICAS QUE AUXILIAM A IDENTIFICAR OS ESQUEMAS DE RACIOCÍNIO EMPREGADOS
Reações típicas sensório-motoras, anteriores a 4 anos:
1)- Mesmo que eventualmente, se mostre interessada pela brincadeira, ela não consegue relacionar o número de pontos do dado ao número de laranjas.
2)- Mesmo que aparentemente, consiga entender a regra do jogo, ela não relaciona o número de pontos do dado, com exatidão, ao número de laranjas a ser retirado.A contagem recitativa não corresponde ao número de objetos
apontados. O prazer é exclusivamente sensório-motor, de manipulação de peças.
Reações típicas pré-operacionais de 4 a 5 anos e meio:
1)- A contagem das laranjas é realizada em confronto direto com o número de pontos apontados pelo dado, um a um. Esse fato nos mostra que essa criança não construiu ainda o conceito de número, ela não associa a expressão oral, o termo falado, a uma quantidade definida.
2)- A contagem recitativa é forte e marcada pelo ritmo da frase melodiosa e geralmente acompanhada com os dedos, apontando, um a um, os pontinhos do dado. A mesma contagem melodiosa é repetida e acompanha a ação de retirada das fichas (laranjas), uma a uma. Havendo interrupção da contagem recitativa, a criança se perde e precisa começar tudo do início, uma prova de que ela ainda não conserva a imagem mental do número.
3)- Enquanto a criança manifestar essa forma de procedimento, ela mostra não ser ainda capaz de operar o total. Ela é pré-operacional, de primeiro nível, ainda muito apegada à percepção visual e tátil. A motivação do jogo é fundamentalmente a de manipular objetos, prazer sensorial.
Reações típicas pré- operacionais a partir de 5 ou 6 anos:
1)- A aferição do número mostrado pelo dado já é realizada com maior autonomia, mais desprendida da contagem, um a um, dos pontinhos mostrados.
2)- A contagem das laranjas, embora ainda apoiada na recitação dos números na sua ordem natural, é mais fluente e desprendida da comparação rígida ao número de pontos mostrados pelo dado. Não exige aproximação.
3)- A criança pré-operacional de segundo nível já demonstra emoção, comparando o seu resultado dos outros jogadores. Percebe quem está ganhando e se excita muito com o sentimento antecipado de uma possível vitória. Já existe uma cooperação mútua nascente. Já há uma saída do seu egocentrismo inicial.
4)- A partir do que ela vê e manipula, ela consegue pensar e criar expectativas, mas ainda é pré-operacional.
CONCLUSÃO:
Será, portanto, absurdamente, inadequado e, de todo inútil, submeter uma criança, que ainda não consiga conservar o número e não opere, à realização de continhas" armadas no papel. A Escola Natural, por mim defendida, só admite que o registro escrito seja feito quando ele puder ter um significado conceituai estabelecido, sobre o qual se assente. Antes disso, escrever e fazer continhas (precocemente) é desaconselhável por ser prejudicial ao desenvolvimento do raciocínio. Leva a criança a memorizar respostas prontas, com o intuito, exclusivo, de agradar ao adulto. Esse processo gera automatismos, criados com o fim de evitar a necessidade raciocinar.
Gostou? Quer mais dicas para dinamizar suas aulas de matemática?
PARA TURMAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL - Adquira o "Projeto de Introdução aos Conceitos Matemáticos PPD"
PARA TURMAS DE ENSINO FUNDAMENTAL - Adquira o kit com 5 CDs de "Tabuada Cantada".
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"É a ação exploratória do homem que constrói o conhecimento humano"
enviada por Paixão de Educar
08/10/2007 23:55
"Os educadores experientes não são aqueles que estimulam a transpor as barreiras exteriores, mas os obstáculos secretos. Não são aqueles que transformam seus filhos e alunos em depósito de informações mas os que estimulam seu apetite intelectual e os animam a digerir informações".
( Augusto Cury )
enviada por Paixão de Educar
08/10/2007 23:48
CARTAS & RECEITAS CRIAM ATIVIDADES
CONCEITO-CHAVE: Texto-Contexto
INDICAÇÃO: 1o ao 5o ano
OBJETIVO: Trabalhar as diferentes funções da linguagem, as variantes lingüísticas e a expressão, através de outras linguagens.
DESENVOLVIMENTO
- Encaminhar à turma uma carta e propor a decifração das mensagens do envelope e da carta.
OBS: Decifrar é um jogo de desafio que estimula a turma a ouvir, ler, trocar opiniões.
Moro nesse endereço...
Ai?... Qual? Mas não sei se sou daqui.
Envio junto com esta carta meu retraio; só da forma que meus olhos vêem.
Como você está me vendo? Como sou? O que eu faço se vivo nesse lugar?
Ajude-me. Estou confuso, mas não sei se o que sinto é tristeza, saudade ou alegria. Esqueci caso tenha recebido minha carta, queira desculpar a forma como está escrito meu nome e o seu endereço. É como sei escrever. A carta foi escrita em sonho.
- Formar grupos e sugerir que cada um, a partir da mensagem, imagine o personagem que escreveu a carta, representando-o a partir de materiais diversos.
OBS: É importante oferecer materiais diversos que o grupo escolha aquele que deverá usar: lápis de cor, sucata, revistas (para recorte e colagem), barro ou argila.
- Abrir discussão, para que cada grupo relate o processo vivido durante a criação do personagem - sua caracterização física e emocional.
- Registrar as opiniões emitidas.
- Propor a elaboração da fotografia do personagem.
OBS: Fazer a relação de como nós somos "por fora" e "por dentro" e como é o personagem.
- Sugerir aos alunos que façam o mapa do local onde o personagem mora.
- Encaminhar à turma uma nova carta, utilizando o mesmo envelope, propondo a decifração da receita.
OBS: Esta proposta possibilitará ao professor perceber o conhecimento que o aluno tem quanto a representação espacial. A partir daí poderá explorar e expandir esse conhecimento, aprofundando conceitos de Geografia e Matemática.
Nesta etapa da atividade, a turma terá possibilidade de conversar sobre receitas, identificando o que pode e o que não pode ser medido, explorando conceitos matemáticos.
Carta 2
Todos que me olham, dizem que perdi a memória. Preciso de uma receita para me curar, voltando a lembrar tudo sobre mim. Até já me deram esta receita.
Será que é boa?
Mas eu quero receber outras receitas. Ouvi dizer que vocês são muito sabidos e podem me ajudar.
- Avaliar, ao final da atividade, o interesse da turma através de debates e incentivando que os alunos proponham outras atividades.
VARIANTES DA ATIVIDADE
Com as cartas:
Estimular a turma a:
Criar papéis de cartas coloridos e enfeitados.
Confeccionar caixa de correspondência para a turma.
Trocar correspondências. A professora, como parte integrante do grupo escreverá também.
Instituir carteiros, fazendo revezamento para que todos possam exercer tal função.
Visitar a Agência Central dos Correios onde poderão ver a classificação das cartas, os diferentes caminhos que elas percorrem. Trabalhar tempo: as cartas que chegam mais rápido, as que demoram mais a chegar ao seu destino. Fora isso, poderão analisar o grupo social que trabalha na Agência.
Com as receitas:
Propor à turma:
ler diferentes receitas
selecionar uma receita, fazer um doce para o lanche coletivo .
imaginar que ingredientes misturarão para fazer porções mágicas para: virar estátua, virar animais e dramatizar, imaginar tudo ao contrário ,etc.
trabalhar a ordenação: desenhar o modo de fazer. O que tenho que fazer primeiro, depois, depois...
confeccionar um bolo utilizando caixas, cartolinas, para posteriormente confeitarem.
Com os Personagens
Propor à turma a criação de:
teatro de fantoches
bruxas, fadas, duendes e os demais personagens das histórias lidas na turma.
histórias, ilustrando-as posteriormente.
PONTOS DE OBSERVAÇÃO:
- A carta é um meio de comunicação significativo. Através delas, informamos, transmitindo sentimentos, solicitamos algum material importante etc.
- Experimentar, misturar ingredientes para ver o que vai acontecer é sempre interessante.
- Diferentes personagens poderão ser elaborados
Gostou? Quer mais dicas de atividades como esta? Adquira a Apostila Dinâmicas para Produção Textual do PPD. Maiores informações e encomendas através do e-mail: projetosdinamicos@superig.com.br
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enviada por Paixão de Educar
12/09/2007 18:20
Corrente da Amizade
Agradeço imensamente as amigas, donas dos blogs: Professora Feliz e Brincando e Educando que me escolheram para participar da "Corrente da Amizade". Amigos são dádivas divinas e por isso temos o dever de preservá-los com muito amor,sempre!

Agora,tenho a dificil missão de escolher mais 10 blogs para perpetuar a corrente... Lá vão:
1)- Oficina de Criatividade - http://jacirinha.blogspot.com/
2)- Eu quero educação - http://euqueroeducacao.blogspot.com/
3)- Arte e Imaginação - http://marciavianna.blogspot.com/
4)- Professora Valéria - http://profa-val.blogspot.com/
5)- Nossas brincadeiras - http://jardim.maria.zip.net/
6)- Educar com Amor - http://www.educarcomamor.blogger.com.br/
7)- Tia Eliana - http://www.elianachaves.blogger.com.br//
8)- Educar Partilhando - http://educarpartilhando.blogspot.com/
9)- Alfabetização de Adultos - http://br.geocities.com/drica_cap/alfabetizacao.html
10)- Mundo Mágico - http://omeumundomagico.blogspot.com/

enviada por Paixão de Educar
06/09/2007 16:25
JOGO DA ROLETA
Com o auxílio do lúdico a alfabetização se torna significativa
O jogo é a mais presente atividade no cotidiano infantil. É através do lúdico que a criança testa suas hipóteses, constrói noções e estabelece relações.
O uso do jogo na sala de aula, como atividade pedagógica, vem contribuindo significativamente para o processo de alfabetização. Adaptações de jogos clássicos aos objetivos propostos pela professora tornam a descoberta do mundo da escrita mais prazerosa e desafiadora. É neste contexto que o Jogo da Roleta vem integrar-se à prática escolar.
Sua confecção é fácil e utiliza materiais simples como cartolina, lápis, canetinha colorida e clipes de papel.
Em cartolina, recortam-se círculos de aproximadamente 15 cm de diâmetro. Com uma caneta colorida divide-se o disco em fatias. Em cada fatia escreve-se uma palavra em estudo. Para diversificar, deve-se variar algumas palavras escritas em cada disco, de tal forma que elas não serão as mesmas em todas as roletas.
Para cada grupo de alunos deve ser confeccionada uma roleta.
COMO JOGAR:
O jogador coloca um clipe no centro da roleta. Prende-o firmemente com um lápis posto de pé e apoiado na ponta, de tal modo que permita girar o clipe, como indica a ilustração.
Com o dedo indicador da outra mão o jogador gira o clipe. Quan-
do parar de girar, o clipe estará apontando para uma palavra. O aluno lê a palavra sorteada e escreve uma frase. O jogo segue com tantas rodadas quantas forem necessárias, para que algum
jogador consiga sortear todas as palavras da roleta.
Vence o jogador que sortear todas as palavras da roleta ou o que conseguir maior número de palavras no tempo determinado pela professora.
VARIAÇÕES PARA O JOGO
Podem ser utilizados círculos com inúmeras variações, como as sugeridas a seguir:
roleta com desenho -> aluno escreve a palavra;
roleta com letra inicial > aluno escreve uma palavra que inicie com a letra sorteada;
roleta com palavra em letra script > aluno escreve a palavra com letra cursiva;
roleta com palavra no singular > aluno escreve a palavra no plural.
O professor, certamente, fará as necessárias adaptações ao jogo, dependendo do que estiver trabalhando com os alunos, podendo incluir vocabulário e/ou expressões cada vez mais complexos, em conformidade com o nível de escolaridade da classe.
BIBLIOGRAFIA:
- FEIL, Iselda Terezinha Sausen. Alfabetização: um desafio para um novo tempo. Petrópolis: Vozes, 1985.
- GEEMPA. Alfabetização em classes populares.Porto Alegre, 1982.
- LIMA, Flávia S. de Oliveira. Pré-escola e alfabetização: uma proposta baseada em Paulo Freire e Jean Piaget. Petrópolis: Vozes, 1966.
- MERG, Iara. Pensando, descobrindo e transformando. Porto Alegre : Mercado Aberto, 1987.
Gostou? Quer mais dicas de atividades para alfabetização? Adquira o Projeto Alfabetização PPD. Maiores informações através do e-mail: projetosdinamicos@superig.com.br
CONHEÇA O SITE PPD:
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enviada por Paixão de Educar
20/08/2007 17:55
Nossas letras são assim...
Procedimentos para conhecer o traçado dos caracteres do alfabeto
Depois de proporcionar várias situações de convivência com as letras, nas quais as crianças possam sentir, através do tato, as suas variadas formas e montar com elas algumas palavras como, por exemplo, seus nomes, o professor pode propor um trabalho mais formal de aprendizagem, com vistas ao domínio das formas gráficas das letras, para que o alfabetizando se aproprie definitivamente do alfabeto - chave para a utilização do código lingüístico, na escrita.
Esse apropriar-se do alfabeto tem um sentido muito amplo que objetiva:
identificar a letra, seu nome e sua forma;
comparar as letras para estabelecer as relações de semelhanças e diferenças entre elas, sob o ponto de vista da forma gráfica e, posteriormente, dos sons;
classificar as letras segundo as formas que elas apresentam,
Compete ao professor oportunizar situações que venham a facilitar o alcance destes objetivos e a conseqüente construção de estruturas mentais que favoreçam o desenvolvimento de habilidades e sirvam de suporte à aprendizagem da leitura e da escrita.
Para facilitar essas construções, cabe ao professor chamar a atenção para os tipos de traços que formam cada letra, auxiliando os alunos para que possam nomeá-los e classificá-los, incentivando-os a criarem uma nomenclatura que identifique cada traçado. Por exemplo:
letras com traços de pé;
letras com traços deitados;
letras com traços inclinados;
letras com curvas;
letras com pontas etc.
É conveniente que o professor use o vocabulário que surgir das crianças, adequando-o, se necessário.
As denominações e conseqüentes classificações vão sendo feitas pelas crianças com o auxílio do professor.
Material utilizado:
As crianças poderão trabalhar com alfabetos de plástico, madeira ou papelão.
Os alfabetos de papelão podem ser confeccionados pelo professor, utilizando caixas de sapatos ou outras encontradas em supermercados. É preciso tomar cuidado na confecção de cada uma das letras, para que elas estejam corretamente traçadas. Além disso, é necessário que a face correta da letra seja identificada através de um colorido. Esse colorido pode ser feito pelo professor juntamente com os alunos. A atividade de colorir o lado correto da letra constitui-se num contato próximo, quase íntimo com ela. O colorido, por sua vez, vai permitir que o aluno identifique o lado correto ao manusear a letra e não o inverso e, conseqüentemente, fixe sua forma correta.
Procedimento em aula:
Com os alunos dispostos em grupos, para que possam trocar opiniões, manuseando e comparando as letras, o professor vai lançando perguntas, questionando-os, fazendo com que eles se manifestem e estabeleçam conclusões a respeito dos tipos de traços que formam cada letra. Exemplo: - Vamos observar a letra A? Ela tem:
- traços de pé?
- traços deitados?
- traços inclinados?
- curvas?
- pontas?
- como ela se apresenta?
Para registrar essas observações e para que as letras fiquem classificadas de forma organizada, o professor pode propor a elaboração de um livrinho, que terá tantas páginas quantas forem as classificações encontradas pelas crianças. Uma folha mimeografada ou xerocada dá para 4 páginas do livro.
EXEMPLO:
Letras com traços deitados
A E F...
Letras com curvas
C D G...
Letras com traços de pé
B D E F H l L...
Letras com pontas
A M N...
Cada página do livro é feita da seguinte maneira: o professor entrega, por exemplo, a folhinha com o título Letras com traços de pé. As crianças observam todas as letras, em ordem alfabética, e vão selecionando as que têm traços de pé. Os grupos comparam quais as letras que foram selecionadas e que, portanto, pertencem a esta classificação. Se houver alguma divergência, o professor pode propor que todos juntos analisem a situação até que se chegue a um consenso.
Cada um escreve as letras selecionadas na sua folhinha.
O trabalho prossegue, enquanto houver interesse por parte dos alunos. O professor pode combinar com eles que se elabore duas páginas por dia até montar o livrinho.
Não se pode esquecer de inventar um título para o livrinho que pode ser: Nosso Alfabeto ou Estudo das Nossas Letras ou Nossas Letras São Assim e colocá-lo na capa que pode ser ilustrada com uma técnica artística interessante.
Gostou? Quer mais dicas de atividades para trabalhar com crianças em fase de alfabetização?
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enviada por Paixão de Educar
08/08/2007 17:25
TEM REMÉDIO PRA TUDO
Um roteiro para a interdisciplinaridade
As caixas e bulas de remédio guardam informações que vão rechear as aulas de conhecimento e criatividade. Uma experiência simples e eficiente, que pode ser aproveitada em todas as escolas.
Objetivos:
Ampliar os conhecimentos das crianças;
Resgatar a importância da medicina caseira;
Perceber a utilidade da escrita;
Perceber a função social da propaganda;
Valorizar os textos científicos.
Oportunizar um trabalho interdisciplinarizando os conteúdos.
Desenvolvimento:
Como primeira tarefa propor aos alunos que levem para sala de aula caixas e bulas de remédios.
Após recolher todas as caixas e bulas, a proposta é fazer uma observação coletiva, comentando sobre: tamanho, cor-tarja, espessura, forma e quantidade.
Devem ser observados também os recursos utilizados em sua montagem: tipos de letras, tinta, impressão, palavras em negrito e nomes com letras maiores.
Levar os alunos a concluir que a bula serve para descrever de que é composto, para que serve e como usar um determinado remédio.
É importante discutir o perigo da automedicação questionando:
Diante desta bula para que servirá este remédio?
O que são os efeitos colaterias?
No final dos questionamentos a proposta de atividade é listar os nomes das bulas.
Temas para pesquisa:
Onde se fabricam os remédios?
Onde são distribuídos?
Como os remédios chegam até a nossa cidade? ( Meios de transporte )
De que forma os remédios são apresentados? ( pílula, líquido, etc )
Que são remédios naturais e industrializados? ( Resgatar aqui os usos e a importância da medicina caseira )
Desafios:
Dividir a turma em grupos e propor a cada um deles:
Criação de um remédio e sua respectiva bula, a partir dos questionamentos:
- Podemos criar um remédio, chá, pílula sem ser para resolver um problema físico? Como seria?
- Remédio para que poderíamos criar?
- Se uma criança quer brincar, de que ela precisa?
- Se uma pessoa está triste, que podemos fazer?
- E se alguém estiver com gripe?
Atividades para criação do remédio:
- Escrita do nome e da bula;
- Apresentação do remédio;
- Propaganda do remédio.
Elaboração de um chá caseiro:
- Propor às crianças fazerem um chá para gripe.
- Questionar: O que é bom para gripe? O que vocês tem em casa que poderão trazer para fazer um chá? ( Cada grupo poderá ficar responsável por um ingrediente )
Atividades para confecção do chá:
- Pesquisar os chás conhecidos e usados na comunidade;
- Organizar cartazes com os nomes dos diversos tipos de chás e mural com as partes da planta que usamos para fazer um determinado chá;
- Listar os nomes das plantas medicinais comuns na comunidade, os tipos de plantas que servem para a gripe e os ingredientes que poderão usar no chá.
CHÁ CASEIRO CONTRA GRIPE
Modo de fazer:
- Um copo de água filtrada
- Três folhas de agrião
- Uma colher de mel
Colocar os ingredientes em uma panela limpa, levar ao fogo por dez minutos.
Sugestão de Atividade:
- Propor a invenção de um chá de alegria e um chá de brincadeiras, instigando os alunos a partir de perguntas como: O que fazer quando uma pessoa que conhecemos está triste? Como sabemos que uma pessoa está triste?
- Pesquisar com familiares e conhecidos o que eles fariam para ajudar uma pessoa triste;
- Discutir os tipos de brincadeiras e brinquedos preferidos das crianças;
- Discutir os dias da semana que devem ser destinados ao lazer.
Assuntos complementares:
- medidas de tempo
- medidas de capacidade
- noções de caro e barato
- ciclo da água
- tipos de embalagens
- problemas orais e escritos.
VISITE TAMBÉM O SITE PPD:
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enviada por Paixão de Educar
27/07/2007 02:15
Lembrancinha para o Papai...
Segue uma marcador de livros para presentear o papai.
Salve a imagem em seu PC e depois imprima em papel cartão ou cartolina. Recorte com cuidado e se possível plastifique com contact. Fica muito lindinho!
Outras imagens exclusivas, elaboradas pela designer Priscila Hemery,para comemorar e/ou homenagear os pais podem ser adquiridas no PPD - Projetos Pedagógicos Dinâmicos.
Informações e encomendas de imagem para todos os fins através do e-mail: imagens@projetospedagogicosdinamicos.com
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enviada por Paixão de Educar
13/07/2007 21:08
Férias!!!
LEVE A CLASSE PARA O SEU PASSEIO
Divida com os alunos a viagem e/ou passeio que você fizer nestas férias.
Mesmo sem se afastar muito da cidade ou da região, seu passeio de férias pode render muito na volta às aulas. Você pode colher elementos para montar uma atividade didática bastante divertida e até mesmo uma aula-passeio.
Se você escolher um destino muito distante para uma excursão de alunos, converse com as crianças do lugar visitado. Conte-lhes sobre você e sua escola. Pergunte se elas gostariam de trocar cartas com seus alunos.
Anote os endereços, se possível tire fotos e, mais tarde, entregue as anotações de viagem à classe.
Se a viagem for a um destino ao alcance de uma aula-passeio, proceda assim:
1. Informe-se sobre o lugar em guias turísticos, bibliotecas ou na Secretaria de Turismo da cidade
2. Fixe um objetivo: "O que atrairia meus alunos nesse passeio?" A partir daí, pense para quais disciplinas a excursão pode ser útil
3. Preste atenção a detalhes, anote e, podendo, fotografe. Observe o social (os tipos de pessoas, onde moram, o que fazem, seus costumes), a cultura (eventos, feiras, manifestações artísticas, esportes), a história, a geografia (espaço físico, pontos de referência), o ambiente (vegetação, animais, rios, lagos,poluição) e o urbanismo (formas de arquitetura)
4. Converse muito com as pessoas
5. Ao voltar às aulas, fale sobre esse lugar, mostre fotos. Sugira, então, uma aula-passeio.
BOAS FÉRIAS!!!
Para quem não pode viajar sugerimos alguns filmes onde os enredos são sobre a vida escolar:
Clube dos Cinco
Estudantes trocam experiências enquanto estão de castigo numa biblioteca. De John Hughes, EUA, 1985, 93 min.
Delinquência Atrás das Grades
Professor dá aulas em reformatório na Sicília para alunos delinquentes. De Marco Risi, Itália, 1989,106 min.
Mentes que Brilham
Aluno superdotado enfrenta dificuldades quando se matricula em escola especial. De Jodie Foster, EUA, 1991, 97 min.
Meu Mestre, minha Vida
Após vinte anos, professor de métodos pouco convencionais volta à sua escola. De John Avildsen, EUA, 1989,109 min.
DIVIRTA-SE!!!

enviada por Paixão de Educar
04/07/2007 22:56
Idéias para trabalhar os jogos Pan-americanos na escola...
Sondar os conhecimentos prévios sobre o tema ( através de conversas informais em "rodinha" ) Num segundo momento pode se criar um cartaz com o tema "Tudo que sabemos sobre o Pan" ilustrando-o com a técnica artística de preferência.
Listar as dúvidas provisórias e pesquisar as respostas para as mesmas. ( A lista pode virar um outro grande cartaz igualmente ilustrado pelos alunos "O que não sabíamos mas descobrimos" ou "Nossa pesquisa" podem ser bons títulos)
Informar de maneira lúdica sobre o assunto ( através de histórias e músicas por exemplo )
Nas turmas de Educação Infantil pode se trabalhar cores, vogais, quantidade, numerais, nome, esquema corporal, noções de tempo, coordenação motora e os órgãos dos sentidos a partir das bandeiras e do nome dos países participantes do Pan; do calendário de realização de cada evento e das modalidades esportivas.
Confeccionar o mascote da turma (uma réplica de pano do mascote ) os alunos terão oportunidade de levá-lo para casa para passar um dia inteirinho com ele. Com esse envolvimento, será possível registrar, tanto oral e por escrito, quanto por fotos, tudo que aconteceu no dia-a-dia com o mascote e contruir o diário do CAUÊ.
Brincar de competições esportivas diversas premiando a todos com medalhas.
Confeccionar viseiras e pintar camisetas para os diferentes times.
Nas turmas mais avançadas pode se trabalhar com a História dos Jogos, construindo o conceito de História a partir da elaboração de uma linha de tempo baseada no surgimento do Pan.
Outra boa idéia para turmas mais avançadas é localizar no mapa cada país participante dos Jogos e conhecê-los melhor, destacando aspectos sócio-político-econômico e culturais dos mesmos.
( Promover um estudo mais minucioso às bandeiras desses países, procurando ter um conhecimento mais geográfico de cada um deles. )
ATENÇÃO!!!
Desejando adquirir o Projeto Pan 2007 ou Projeto Olimpíadas 2008 com mais dicas e sugestões é só escrever para: projetosdinamicos@superig.com.br ou encomendas@projetospedagogicosdinamicos.com.
Os projetos seguem impressos e encadernados ( estilo apostila ) via correio para qualquer parte do país. Acompanham ainda 1 CD musical de brinde (músicas sobre o tema).
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enviada por Paixão de Educar
11/06/2007 19:20
É tempo de festa junina...
Parte importante do folclore nacional, os festejos do mês de junho são um ótimo tema para resgatar as tradições culturais do Brasil e desenvolver diferentes habilidades nos alunos. Para celebrar as datas, conte a história, faça comidas típicas e confeccione as tradicionais bandeirinhas.
Pipoca, quadrilha, canjica, chapéu de palha e muitas brincadeiras. O mês de junho sempre nos remete a uma das mais tradicionais comemorações folclóricas brasileiras. Celebrada desde o século XVI, a festa junina foi trazida pêlos portugueses. Ao longo da história, ganhou peculiaridades típicas de cada região do País, o que enriqueceu ainda mais esta data. No Nordeste, por exemplo, a população se reúne e faz uma grande festa, com direito a fogueira e a um divertido festival de quadrilhas. Já no Sudeste, é mais comum que sejam realizados festejos menores, restritos, na maioria das vezes, ao ambiente escolar, ruas particulares e clubes.

Atividade: bandeirinhas de festa
Objetivos:
- Desenvolver a coordenação motora e a atenção;
- Respeitar os espaços ( lateralidade );
- Reconhecer as cores e os números;
- Ter noções de seqüência lógica.
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: todos os alunos
Tempo de preparação: 10 minutos
Tempo de execução: 40 minutos
Materiais:
- cartolina azul;
- Kit de Pintura a Dedo com 6 unidades;
- tesoura com ponta arredondada;
- cola branca;
- canetinha preta;
- barbante;
- folha sulfite;
- Kit de Pincéis;
- lápis preto;
- risco da bandeirinha.
Materiais alternativos: lápis de cor ou giz de cera.
PASSO-A-PASSO FEITO PELO EDUCADOR:
1)- Transfira o risco da bandeirinha para a folha sulfite e recorte. Repita este procedimento até atingir o número ideal, de modo que cada aluno tenha 5 bandeiras.
2)- Divida cada bandeirinha em duas partes com um risco pontilhado. Varie o traço para que uma delas fique com risco horizontal, outra vertical, outra diagonal, e assim por diante.
3)- Com a canetinha, enumere cada parte da bandeirinha com números seguidos. Assim, uma terá escrito "1" e "2", outra, "3" e "4" e assim sucessivamente, até alcançar "9" e "10".
4)- Confeccione, com cartolina, canetinha e tinta guache, uma tabela de cores para os alunos pintarem as partes das bandeirinhas. Siga a ordem: número 1: amarelo, número 2: azul-claro, número 3: azul-escuro, número 4: verde-claro, número 5: verde-escuro, número 6: vermelho, número 7: rosa, número 8: roxo, número 9: laranja e número 10: marrom.
5)- Entregue 5 bandeirinhas para cada aluno e peça que eles pintem-nas de acordo com a tabela de cores.

COLOCANDO EM PRÁTICA:
- Depois que os alunos pintarem as bandeirinhas, forme um varal. Para isso, coloque um fio de barbante no chão da sala de aula. Em seguida, peça a uma criança que inicie sua atividade, dobrando as bordas das suas 5 bandeirinhas e colando-as no barbante, de forma aleatória.
- Por ordem de chamada, peça que o segundo aluno cole suas bandeirinhas na mesma seqüência de cores do primeiro, e assim por diante. Se alguém não acertar a ordem, solicite que a sala diga qual a bandeirinha correta a ser colocada.
- Depois que todas as crianças colarem suas bandeirinhas, elas devem conferir o resultado e pendurar o varal na sala de aula.

Como aprofundar a atividade: peça que os alunos relacionem as cores que começam com a mesma letra, como, por exemplo, rosa e roxo e, assim, reconheçam as letras e os sons. Ensine as palavras relacionadas à data junina na língua inglesa! Exemplo: bandeira (flag), cores (colors), números (numbers), País/campo (country). Explique sobre as comidas típicas das Festas Juninas, como, por exemplo, pé-de-moleque, paçoca, batata-doce, milho cozido, pinhão e canjica. Você pode, ainda, preparar uma comida típica para os alunos.

enviada por Paixão de Educar
08/06/2007 20:24
Lanterna das Mil e Uma Noites
Segue uma dica para dar um toque especial na decoração de Festas Juninas.
- Cortar o molde, ampliando-o para o tamanho desejado, em cartolina laminada.
- Dobrar e colar conforme indica a figura.
- Na parte de cima colocar um barbante e na parte de baixo tiras de papel celofane colorido.
- A decoração da lanterna pode ser feita em laminado de cor diferente ou os desenhos podem ser recortados na própria lanterna para que fiquem vazados, podendo então, comportar dentro uma lâmpada fraca.
É um lindo enfeite para a festa junina!
Lembrando que a festa torna-se bem mais significativa aos alunos se eles participam ativamente em todas as etapas de preparação da mesma. A lanterna aqui sugerida é fácil de fazer e pode ser confeccionada em aulas de arte pelas próprias crianças.
Gostou? Quer mais dicas originais para decorar a sua festa?
Adquira o Projeto Festa Junina do PPD.
Maiores informações através do e-mail:
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enviada por Paixão de Educar
30/05/2007 17:38
Recadinho importante...
Segue o e-mail para todos que gostam das idéias, dicas e sugestões aqui postadas e desejam adquirir projetos ou apostilas também elaborados por Paty Fonte. Basta escrever e pedir maiores informações...
projetosdinamicos@superig.com.br
enviada por Paixão de Educar
23/04/2007 03:19
Sugestão de lembrança para o Dia das Mães
Solicitar às mães que enviem uma ou duas receitas de preferência. Muitas terão receitas de família, daquelas que passam de uma geração a outra e fazem maior sucesso com parentes e amigos.
Digitar cuidadosamente todas as receitas não esquecendo de nomeá-las.
EX: Receita da família de Letícia Mariana que cursa o 1o ano.
Ilustrar cada receita apesar de ser trabalhoso dará um toque muito especial a lembrança.
A idéia é construir um livro de receitas bastante significativo.
As capas podem ser personalizadas com foto do aluno ou desenhos / pinturas feitos pelos mesmos. Caso a escolha seja pela foto é interessante produzi-la fantasiando os alunos com chapéu de cozinheiro, avental ou algo do gênero. Já se a escola não tem a oportunidade de fotografar, revelar e ampliar fotos sugerimos que a professora ofereça materiais diversos e proponha às crianças que ilustrem, recortem, colem, pintem criando assim capas originais.
Uma mensagem da direção homenageando as mães no início ou final do livro é bastante simpático e o enriquecerá.
Uma dica é acrescentar algumas folhas em branco para anotações futuras.
Cada livro deverá ser encadernado. Uma encadernação está custando em média R$2,50 nas papelarias.
Garanto que será uma lembrança muito apreciada por ser útil...
Para combinar a lembrança com a homenagem pode ser feita uma votação entre todos os funcionários da escola de uma receita salgada e outra doce. As receitas vencedoras serão servidas às mães no dia da homenagem prestada pela escola.
Gostou? Quer outras dicas e sugestões para o Dia das Mães?
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enviada por Paixão de Educar
29/03/2007 20:08
Projeto Páscoa
Tema: Culinária: Usando receitas e rótulos na sala de aula
Objetivos:
- Levar o aluno a conhecer e explorar os rótulos dos produtos utilizados na receita, observando a data de validade, a importância do código de barras, o nome do produto, a conservação depois de aberto ou mesmo que fechado, o peso, o símbolo de reciclagem;
- Apresentar as medidas de capacidade, que serão importantes na utilização de qualquer receita. Fazer comparações entre diferentes produtos;
- Trabalhar a nota fiscal, tendo em vista que às vezes não vem o preço dos produtos nas embalagens. Aproveitando para levar os alunos a vivenciarem um novo texto.( Em toda nota fiscal consta o nome da loja, endereço, os preços dos produtos comprados, etc. )
- Apresentar pequenos problemas brincando com os preços, fazendo pesquisas em encartes de supermercados, onde é mais barato, mais caro etc...
- Mostrar que uma receita, tem uma forma de escrita para uma melhor visualização, assim como uma história, um texto poético, uma carta. Ela deve ter, geralmente, os ingredientes escritos na vertical ou em legendas e o modo de preparo pode ser como um texto narrativo mesmo.
- Levar os alunos a perceberem o verdadeiro significado da Páscoa - o mais importante da Páscoa, não é somente o chocolate e sim, o amor e o respeito com o próximo.
- Dependendo da Faixa - Etária trabalhar a influência da mídia nas Datas Comemorativas, no consumo exacerbado na pouca valorização dos verdadeiros significados.
Formulação dos Problemas:
Apresentar uma receita escrita em uma cartolina e lançar as perguntas e propostas:
- Quais os ingredientes necessários? A quantidade de cada um? Vamos separar tudo o que usaremos?
- O que custou mais caro? E mais barato? Em que supermercado? Se tivesse sido comprado em outro local, seria mais caro ou mais barato? Vamos ver nos encartes se tem algum anúncio?
- O que será que acontecerá se colocarmos uma quantidade maior de um determinado ingrediente? 500kg é a mesma coisa que meio quilo?
- Será que podemos substituir os alimentos de uma receita? Ao invés de colocar 1kg de açúcar, colocar 1kg de feijão...será que dará certo?
- O tempo de preparo é importante? No nosso caso é ou não é importante?
Duração: Em torno de 3/ 4 aulas
Material Necessário:
- Encartes de supermercados, livros didáticos e folhas de papel ofício.
- Canetas hidrocor, lápis de cor, cola, giz de cera, tesoura, cartolina, fita adesiva, abridor de garrafas, pano de prato, guardanapos, etc...
- Microondas (se possível),
- Instrumentos musicais.
- Vasilha plástica grande, papel de alumínio, fitilho, papel celofane ou saquinhos pequenos.
Receita:
INGREDIENTES:
1 kg de açúcar
500 g de chocolate em pó
1 garrafa pequena de leite de coco
1 lata de leite em pó
MODO DE FAZER:
Misturar todos os ingredientes, amassando até obter o ponto de massinha de modelar, desgrudando das mãos. Enrolar os ovinhos e embrulhar no papel alumínio.
Colocar nos saquinhos ou papel celofane e colar os desenhos de coelhinhos feitos na aula de artes nas embalagens.
Planejamento
A proposta de atividade a seguir trabalha os Temas Transversais:
ÉTICA: diálogo, respeito mútuo, solidariedade. Uso e valorização do diálogo como instrumento para esclarecer os conteúdos.
SAÚDE: participação ativa na conservação de ambiente limpo e saudável em casa, na escola e nos lugares públicos.
O desenvolvimento de hábitos saudáveis de higiene.
MEIO AMBIENTE: Reciclagem. Conservação do meio ambiente.
PLURALIDADE CULTURAL: diferentes formas de transmissão de conhecimento: práticas educativas e educadores nas diferentes culturas. Relações de amizade, valorizando a liberdade de escolha de vínculos socio-afetivos como elemento de liberdade de consciência e de associação.
CIDADANIA: Direitos e deveres individuais e coletivos.
OBS: Deve-se atentar para as medidas de segurança durante as aulas - aproveitando também o tema. As crianças não devem tocar no forno.
Sensibilização:
- Pedir aos alunos que levem para sala de aula encartes para comparar os preços dos produtos e montar um mural com diversos nomes de supermercados.
- Apresentar algumas músicas de Páscoa.
- Explorar as letras das músicas oralmente, verificando número de versos, estrofes, o tema, vocabulário, etc.
- Separar, juntamente com os alunos, os produtos a serem utilizados na receita.
Concretização:
1ª Aula: APRESENTAÇÃO DA RECEITA:
- Ler a receita, verificar os preços dos produtos, resolver problemas, comparar a estrutura do texto de uma receita com a de outros textos.
- Manusear os rótulos a serem utilizados, observando a data de validade, o peso, etc.
2ª Aula: ENFEITANDO A EMBALAGEM
- Usar técnicas artísticas a fim de enfeitar as embalagens ( No caso os ovinhos)
3ª Aula: PREPARAÇÃO DO OVO DE PÁSCOA
- Pedir para que as crianças lavem bem as mãos - aproveitando para explorar a importância da higiene na preparação de uma receita.
- Forrar a mesa com um papel limpo, pois servirá de apoio para enrolar.
- Cortar os papéis de alumínio e distribuir entre os alunos para posteriormente embrulharem os ovinhos.
- Separar uma vasilha plástica grande e todos os ingredientes para o preparo.
- Embrulhar e enfeitar as embalegens
Integração:
ARTES e TEATRO: Dramatização da música de Páscoa, expressão corporal, valorização da auto-estima. Modelar os docinhos na forma de ovinhos; Desenhar coelhinhos ou outros símbolos, enfeitar livremente para serem colados nas embalagens dos ovos.
HISTÓRIA: Conhecer como se comemoram a Páscoa em outros países, sua história, seus símbolos...
MATEMÁTICA: Trabalhando com as medidas de capacidade, dezena, dúzia, preços etc...
PORTUGUÊS: Interpretação das músicas, ampliação do vocabulário, produções de texto, Atividades diversas tendo o tema como base. Fazer um cartaz e colar os rótulos do produto ao lado das quantidades pedidas, para uma visualização mais significativa e prazerosa.
GEOGRAFIA: Pesquisar a Páscoa em outras regiões.
MÚSICA: Músicas de Páscoa serão associadas à receita feita.
CIÊNCIAS: Noções básicas de higiene, os riscos que corremos se não lavarmos as mãos para o preparo de uma receita. O perigo de utilizarmos produtos fora da validade.
Conclusões e Aplicações
A receita pode ser levada para casa, lançando a proposta de refazerem com os seus pais e/ou responsáveis, fortificando cada vez mais a relação escola/família, tão importante na vida escolar dos nossos alunos e na valorização do nosso trabalho.
É muito bom trabalhar com receitas em sala de aula, as crianças aprendem de forma lúdica, divertida e prazerosa...
A diversidade de textos é a leitura do mundo...
Culminância
Festa de Páscoa com os alunos caracterizados, apresentação da música, e troca dos ovinhos feitos por eles aos seus amigos.

enviada por Paixão de Educar
04/01/2007 00:55
Dicas para integrar a turma na volta às aulas
Com dinâmicas divertidas, você professor apresenta a escola aos alunos, aproxima colegas de classe e contribui para que todos se sintam acolhidos dentro do novo grupo.
Primeiro dia de aula. A turma toda está na expectativa para saber quem serão os novos professores. Muitos alunos nunca se viram ou mal se conhecem. Para formar um grupo unido, bem relacionado e em sintonia com você, esqueça a velha tática de dar bom dia, fazer as apresentações e entrar no conteúdo. Confira a seguir dez atividades de integração para diversos níveis de estudo.
1)- Como é meu colega
Diga à classe que todos vão ganhar um "retrato". Pregue na parede uma folha de papel Kraft da altura da criança. Posicione o aluno de modo que fique encostado na folha e, com um lápis, desenhe o contorno do corpo dele. Estimule a turma a dizer como é o cabelo, o rosto, se usa óculos etc. Durante a atividade, repita muitas vezes o nome do aluno, para que os colegas memorizem. Faça o "retrato" de todos. Por fim, peça a um colega que desenhe o seu contorno, repetindo o processo de observação, para que as crianças também se familiarizem com você. Pendure os desenhos na parede e elogie o grupo. Nos dias seguintes, logo na entrada, pergunte à classe quem é cada um dos colegas desenhados e se ele está presente. Se estiver, ganha uma salva de palmas. Deixe os papéis expostos por algum tempo. É importante para os pequeninos que suas produções permaneçam ali até eles se sentirem pertencentes ao grupo e ao ambiente.
Recomendado para: Educação Infantil
2)- Os materiais que vamos usar:
Esconda na sala sacos ou embrulhos contendo materiais diversos que farão parte do cotidiano da meninada. Pode ser, por exemplo, livros, jogos, pincel, tesoura ou um pouco de argila. Peça às crianças que procurem, em duplas, pelos objetos. Isso já estimula a cooperação entre elas. Oriente a busca dizendo "quente", se o que procuram está perto, "morno", se está a uma distância média, ou "frio", quando estiver longe. Depois que todos os pacotes forem encontrados, pergunte que atividades podem ser feitas com os materiais e aproveite para explicar melhor a função de cada um. Mostre como e onde eles ficarão guardados, chamando a atenção para a importância de manter o ambiente de trabalho sempre bem organizado.
Recomendado para: Educação Infantil
3)- Meu nome é...
Faça crachás com o nome das crianças e coloque no chão da sala, no meio de uma roda. Peça que cada uma identifique seu nome. Incentive o reconhecimento das letras iniciais, conte quantas letras compõem cada nome e faça com que elas percebam letras iguais em nomes diferentes. Quando todas já estiverem com crachá, comece um gostoso bate-papo sobre as preferências de cada um quanto a um tema predeterminado (como alimentos, brincadeiras, objetos ou lugares). Agrupe as crianças de acordo com as afinidades. Na etapa seguinte, peça aos alunos que desenhem aquilo de que gostam em uma folha e coloquem o nome. Quem não souber escrever sozinho pode copiar do crachá. Depois de prontos, os desenhos são mostrados aos colegas e, em seguida, expostos no mural. Com os alfabetizados, a dinâmica é a mesma, mas, além de desenhar, eles podem fazer uma lista de suas preferências.
Recomendado para: Educação Infantil
4)- Eu sou assim
Peça aos alunos para trazerem uma caixa de sapatos, que será transformada em caixa postal. O primeiro passo é fazer um corte horizontal em uma das laterais menores da caixa, por onde vai passar um envelope. Em seguida, numere-as e determine quem será o dono de cada uma. Diga a todos que memorizem o próprio número. Depois de prontas, coloque as caixas sobre a sua mesa. Numa segunda etapa, organize um sorteio. Cada estudante vai retirar de um saquinho um número, que será o da caixa de um de seus colegas, para quem ele escreverá uma carta. A mensagem deve ser anônima. No texto, o aluno se descreve fisicamente e escreve um pouco sobre seu dia-a-dia e seus gostos. O importante é dar informações suficientes para o destinatário adivinhar quem ele é e, de quebra, conhecer um pouco mais sobre sua vida. Ninguém pode ver o colega depositar a carta na caixa. Caso contrário, acaba o mistério sobre o remetente.
Recomendado para: 1ª à 4ª séries
5)- Quem é meu professor?
Organize uma entrevista para que os alunos conheçam você melhor. Divida-os em grupos e solicite que elaborem questões como se fossem repórteres. Diga que as perguntas podem ser sobre sua idade, se tem filhos, quanto tempo tem de profissão ou onde mora, por exemplo. Prontas as questões, sente-se num local da sala onde todos possam vê-lo bem para respondê-las. Avise que todos deverão trazer, no dia seguinte, um breve texto sobre tudo o que lembrarem. Assim, eles prestam atenção. Na próxima aula, sorteie algumas crianças para ler a produção escrita e peça que as demais avaliem e complementem se necessário. Proponha essa atividade depois de promover a apresentação e o reconhecimento do espaço físico da escola (a seguir).
Recomendado para: 1ª à 4ª séries
6)- Turismo na escola
Se a sua turma for de 1ª a 4ª série, divida os alunos em grupos. Esse é um bom momento para integrar os novatos. Deixe-os junto aos veteranos, que devem se comportar como verdadeiros guias e anfitriões. Em cada folha de papel, descreva um local da escola, coloque os textos em uma caixa e organize um sorteio. Cada grupo retira um papel e tenta adivinhar qual é o local descrito. Em seguida, desafie os grupos a encontrar os locais sorteados. Chegando ao destino, os alunos desenham o ambiente com o máximo de detalhes, escrevem o nome dos funcionários que trabalham lá e a sua função. De volta à classe, os grupos trocam observações e registros e expõem suas produções. Num segundo momento, peça a eles que produzam um mapa da escola (com a sua ajuda, é claro) numa folha de cartolina. Em cada local específico do mapa, os desenhos são fixados. Estimule os grupos, nos dias seguintes, a visitar as dependências que ainda não foram percorridas. Em turmas de 5ª a 8ª séries, a garotada pode
fotografar esses lugares e fazer entrevistas mais longas com os funcionários. Nesse caso, você não precisa fazer o mapa e pode pedir textos detalhados sobre os diversos "pontos turísticos" da escola.
Recomendado para: 1ª à 8ª séries
7)- Direitos e deveres
Já nos primeiros dias, estabelecer os famosos combinados pode evitar problemas e garantir um bom relacionamento ao longo do ano. Comece discutindo com a garotada o que espera do ano que se inicia e qual a melhor maneira de trabalhar em grupo para alcançar esses objetivos. Formule com todos (e escreva no quadro) a continuação das seguintes frases: "Temos direito a..." e "Somos todos responsáveis por...". Lembre-se de que a declaração de direitos e deveres deve ser inspirada nas normas gerais da escola - que os alunos precisam conhecer - e ser focada no que deve ser feito, e não no que é proibido. A etapa seguinte é descobrir o que as outras turmas da escola combinaram. A troca de informação, além de enriquecer os tratados feitos por eles, promove a integração com colegas de outras classes. Ao terminar, peça a cada um que copie os tratados e cole na agenda. Assim, o texto estará sempre à mão. Além disso, os estudantes podem produzir dois grandes cartazes em cartolina para pendurar na
parede da classe.
Recomendado para: 1ª à 8ª séries
8)_ O que vamos aprender
Todo ano é a mesma coisa: o que esperar da série que se inicia? Uma situação desconhecida sempre dá um friozinho na barriga. Para baixar a ansiedade da meninada, registre no quadro algumas dúvidas e expectativas do grupo sobre o trabalho na nova classe e convide alguns estudantes da série seguinte para respondê-las. Deixe que falem livremente sobre as suas impressões e vivências como ex-aluno da série. Esse intercâmbio, logo no início, deixa a turma mais tranqüila e segura e valoriza a cooperação e a interação entre diferentes classes.
Recomendado para: 1ª à 8ª séries
9)- O que penso ou sinto sobre...
Inspirado em conteúdos transversais a ser trabalhados ao longo do ano, escolha imagens extraídas de revistas ou jornais: animais em extinção, diferentes profissionais em ação, crianças numa fila de vacinação, mesa com alimentos saudáveis, indivíduos em situações precárias de vida, produtos tecnológicos modernos, mulher grávida, entre outras. Entregue uma para cada aluno e peça que escrevam o que sentem ou pensam sobre a imagem. Isso possibilitará conhecer o nível do texto com relação a coesão, coerência, adequação gramatical e ortográfica e vocabulário. Além disso, você vai conhecer gostos, sentimentos, histórias de vida e percepção de mundo dos adolescentes.
Recomendado para: 5ª à 8ª séries
10)- O que vou aplaudir?
Organize os alunos em duplas e selecione temas para ser discutidos. Por exemplo: Brasil, reciclagem de lixo, internet, camisinha, desemprego, Sol, música. Escreva a lista no quadro-negro e em pedaços de papel, que são colocados num saquinho. Cada dupla sorteia um, vai até a lousa e diz se aplaude ou não o tema sorteado. Peça que cada um justifique sua opinião. Um deve complementar a fala do outro expressando tudo o que sabem sobre o assunto. Com essa atividade, você poderá avaliar o conhecimento do grupo, seu nível de expressão e argumentação e descobrir quais são seus interesses. Essas informações serão valiosas para o seu planejamento.
Recomendado para: 5ª à 8ª séries
enviada por Paixão de Educar
01/12/2006 21:10
O enfoque é para o Natal...
Áreas: Língua Portuguesa, Artes e Música
Participantes: Alunos já alfabetizados
Objetivos:
Compreender a importância do verdadeiro sentido do Natal - O nascimento de Jesus para a humanidade - através da participação de atividades alegres e espontâneas, enfatizando um ambiente festivo, perceptivo a solidariedade e amor ao próximo.
Incentivar o aluno a vivenciar o amor e o respeito pelas pessoas, valorizando a convivência familiar e com o próximo.
Sugestão de Atividade 1:
Incentivar os alunos para a construção de um presépio onde eles mesmos façam (em argila, ou recorte e colagem) as figuras típicas Maria, José e o Menino, a manjedoura, o anjo e a estrela, o boi e o burro, os carneirinhos, os três reis magos.
Devem também produzir sua própria figura, isto é, eles serão um dos personagens do presépio, indo visitar o Menino-Deus, levando uma mensagem; agradecendo alguma coisa do ano que passou ou solicitando algo para o ano que virá. Agradecerá por suas aprendizagens e processos, por suas médias, por seus professores e colegas, pelas festas da escola, os campeonatos etc., ou pedirá por sua aprendizagem etc.,etc., mas de forma detalhada, tendo assim oportunidade de rever seu desempenho e suas relações humanas durante o ano que passou, ou de organizar planos para o ano seguinte. O professor, ao ler o trabalho, conhecerá muito mais sobre seu aluno, seu auto-conceito, seus anseios e medos, suas emoções.
As composições ficarão numa cestinha, aos pés do presépio, ao alcance de quantos queiram lê-las.
Sugestão de Atividade 2:
Numa 1a aula o professor deve apresentar à classe algumas canções natalinas para audição seguida de comentários e interpretação. Na 2a aula propõe aos alunos que se agrupem aos pares para compor uma canção, letra e melodia. Obtidos os textos o professor deve xerocá-los e distribuir a todos para que na 3a aula os alunos possam acompanhar os colegas, quando dois a dois, eles apresentarem suas canções. A melhor canção, escolhida pela própria turma, poderá receber um prêmio. É interessante montar um livro com todas as canções e se possível gravar 1 CD ou fita cassete com as melodias.
Sugestão de Atividade 3:
Recolher alimentos, roupas e brinquedos para ceder aos mais necessitados, fazendo assim um Natal solidário. É importante que os alunos sejam estimulados a escreverem cartas às pessoas que se encontram sós, que sofrem tribulações. Por exemplo, os presidiários de uma certa casa de detenção, os velhos de um asilo, as crianças de um orfanato etc. As mensagens falarão de fé, esperança, e quem sabe, levarão promessas de apoio e ajuda.
enviada por Paixão de Educar
17/11/2006 16:14
20 de Novembro - Dia da Consciência Negra
Professor, leve a história ao conhecimento de seus alunos!
Zumbi dos Palmares, o maior ícone da resistência negra ao escravismo no Brasil:
Vinte de novembro é o Dia Nacional da Consciência Negra. A data - transformada em Dia Nacional da Consciência Negra pelo Movimento Negro Unificado em 1978 - não foi escolhida ao acaso, e sim como homenagem a Zumbi, líder máximo do Quilombo de Palmares e símbolo da resistência negra, assassinado em 20 de novembro de 1695.
O Quilombo dos Palmares foi fundado no ano de 1597, por cerca de 40 escravos foragidos de um engenho situado em terras pernambucanas. Em pouco tempo, a organização dos fundadores fez com que o quilombo se tornasse uma verdadeira cidade. Os negros que escapavam da lida e dos ferros não pensavam duas vezes: o destino era o tal quilombo cheio de palmeiras.
Com a chegada de mais e mais pessoas, inclusive índios e brancos foragidos, formaram-se os mocambos, que funcionavam como vilas. O mocambo do macaco, localizado na Serra da Barriga, era a sede administrativa do povo quilombola. Um negro chamado Ganga Zumba foi o primeiro rei do Quilombo dos Palmares.
Alguns anos após a sua fundação,o Quilombo dos Palmares foi invadido por uma expedição bandeirante. Muitos habitantes, inclusive crianças, foram degolados. Um recém-nascido foi levado pelos invasores e entregue como presente a Antônio Melo, um padre da vila de Recife.
O menino, batizado pelo padre com o nome de Francisco, foi criado e educado pelo religioso, que lhe ensinou a ler e escrever, além de lhe dar noções de latim, e o iniciar no estudo da Bíblia. Aos 12 anos o menino era coroinha. Entretanto, a população local não aprovava a atitude do pároco, que criava o negrinho como filho, e não como servo.
Apesar do carinho que sentia pelo seu pai adotivo, Francisco não se conformava em ser tratado de forma diferente por causa de sua cor. E sofria muito vendo seus irmãos de raça sendo humilhados e mortos nos engenhos e praças públicas. Por isso, quando completou 15 anos, o franzino Francisco fugiu e foi em busca do seu lugar de origem, o Quilombo dos Palmares.
Após caminhar cerca de 132 quilômetros, o garoto chegou à Serra da Barriga. Como era de costume nos quilombos, recebeu uma família e um novo nome. Agora, Francisco era Zumbi. Com os conhecimentos repassados pelo padre, Zumbi logo superou seus irmãos em inteligência e coragem. Aos 17 anos tornou-se general de armas do quilombo, uma espécie de ministro de guerra nos dias de hoje.
Com a queda do rei Ganga Zumba, morto após acreditar num pacto de paz com os senhores de engenho, Zumbi assumiu o posto de rei e levou a luta pela liberdade até o final de seus dias. Com o extermínio do Quilombo dos Palmares pela expedição comandada pelo bandeirante Domingos Jorge Velho, em 1694, Zumbi fugiu junto a outros sobreviventes do massacre para a Serra de Dois Irmãos, então terra de Pernambuco.
Contudo, em 20 de novembro de 1695 Zumbi foi traído por um de seus principais comandantes, Antônio Soares, que trocou sua liberdade pela revelação do esconderijo. Zumbi foi então torturado e capturado. Jorge Velho matou o rei Zumbi e o decapitou, levando sua cabeça até a praça do Carmo, na cidade de Recife, onde ficou exposta por anos seguidos até sua completa decomposição.
Deus da Guerra, Fantasma Imortal ou Morto Vivo. Seja qual for a tradução correta do nome Zumbi, o seu significado para a história do Brasil e para o movimento negro é praticamente unânime: Zumbi dos Palmares é o maior ícone da resistência negra ao escravismo e de sua luta por liberdade. Os anos foram passando, mas o sonho de Zumbi permanece e sua história é contada com orgulho pelos habitantes da região onde o negro-rei pregou a liberdade.
Fontes: Dpnet.com.br
O Dia On-Line
Feranet21.com.br
enviada por Paixão de Educar
31/10/2006 12:09
Sugestão de Atividade - MOSTRE E CONTE
Indicada para alunos a partir da terceira série do ensino fundamental.
Diz o ditado que falar é fácil e, a julgar pelo tempo que gastamos para conseguir silêncio dos nossos alunos, é mesmo.
Algumas características pessoais, como desinibição, tom e timbre de voz, carisma e conhecimento de mundo contribuem para tornar uma pessoa um bom orador. Mas as atividades de oralidade nas aulas de língua portuguesa podem ajudar os alunos (e muito!) a desenvolverem suas potencialidades no campo das relações interpessoais, ensinando-os não só a expressarem-se me-lhor, mas também a ouvirem curiosa e atentamente o que os outros têm a dizer.
Com o nome de "Show and Teu", esta é uma atividade bastante conhecida nas escolas americanas, sobretudo naquelas de ensino elementar. O seu objetivo é dar espaço para que os alunos falem aos colegas sobre coisas significativas para eles, revelando características pessoais e talentos que muitas vezes são des-conhecidos do grupo.
Procedimento:
1. Com alguma antecedência, peça aos alunos que pensem em um objeto que tenha alto valor sentimental para eles. Algo que evoque uma boa lembran-ça, um sucesso alcançado, ou ainda uma pessoa muito querida. Explique que será designado um dia para que cada aluno traga o seu pequeno tesouro para a aula e o compartilhe com os seus colegas.
2. Divulgue as datas em que cada aluno irá trazer o seu objeto. Procure organizar este calendário tentando evitar que esses dias coincidam com algum feriado ou alguma outra atividade, sobretudo de avaliação. Não marque mais de dois alunos em cada dia, e não marque necessariamente dias corridos de aula; uma vez por semana é uma boa periodicidade.
3. De preferência, comece por você mesmo(a): traga o seu pequeno objeto e fale com o coração sobre ele. Algo relacionado com a sua vida pessoal: a entrada do cinema que marcou o início do namoro com o seu cônjuge pode ser uma boa escolha, uma vez que os alunos têm dificuldade em imaginar seus professores fazendo as mesmas coisas triviais que fazem a maioria dos habitan-tes do planeta. Depois de terminada a sua exposição, incentive os alunos a lhe fazerem perguntas sobre o assunto.
4. Deixe claro que todos poderão contar com a ajuda do professor para preparar a exposição, mas não será permitido trazer um texto para ser lido na aula conscientize a turma de que o conteúdo exposto terá muito mais valor do que a forma, e que as possíveis falhas que serão minimizadas frente à oportunidade de todos conhecerem-se melhor.
Sugestão:
* Antes do dia marcado para o início das apresentações, dê aos alunos algumas noções de oratória, ensinando-os, por exemplo, sobre a postura correta, o que fazer com as mãos e para onde olhar.
enviada por Paixão de Educar
17/10/2006 11:39
ARTES!!!
Decoupage em caixa de sapato
Material necessário:
- 1 caixa de sapato
- Fotocópias de fotos preto e branco e coloridas
- Cola branca
- Pincel
- Tesoura
- Látex branco
- Goma laca incolor
- Betume
- Verniz
- Pano macio
Modo de fazer:
Passe tinta branca látex na caixa. Cole as fotocópias preenchendo toda a caixa, com ajuda de um pano macio. Passe goma laca incolor para impermeabilizar o papel e colar melhor. Depois, passe o betume, bem pouco, só para dar o um ar de envelhecido. Envernize e deixe secar por 40 minutos.
Está pronto! É muito fácil e fica super bonito.
Sugestão: Faça junto com seus alunos e use-as para organizar materiais do cotidiano.
FONTE: http://www.cvdee.org.br
enviada por Paixão de Educar
17/10/2006 11:11
Boliche de Garrafas Pet
A sugestão é simples e anima as aulas de matemática.
Com garrafas de pet numeradas de 0 a 10 e efeitadas a proposta é brincar de boliche.
As garrafas devem estar bem separadas na hora da brincadeira.
O melhor é que a aula não seja feita dentro da sala mas em um local diferente objetivando incentivar os alunos.
Cada criança deve acertar as garrafas e aquelas que caírem serão escolhidas para as operações matemáticas: adição, subtração ou multiplicação - de acordo com o nível e a faixa-etária da turma.
A professora é reponsável pelas perguntas que devem ser pertinentes as garrafas derrubadas.
A turma pode ser dividida em dois grupos e ser feita uma competição para ver qual grupo acerta mais perguntas.
Trabalhar sequencia para as turmas menores também é interessante.
Ordem crescente e decrescente entre muitas outras atividades podem render um boliche feito de garrafas pet.
Recolha as suas e mãos a obra!
enviada por Paixão de Educar
13/10/2006 05:32
FELIZ DIA DOS MESTRES!!!!!
Mestre
"...é aquele que caminha com o tempo, propondo paz, fazendo comunhão, despertando sabedoria .
Mestre é aquele que estende a mão, inicia o diálogo e encaminha para a a aventura da vida .
Não é o que ensina fórmulas, regras, raciocínios, mas o que questiona e desperta para a realidade .
Não é aquele que dá de seu saber, mas aquele que faz germinar o saber do discípulo .
Mestre é o amigo que compreende,estimula,comunica e enriquece com sua presença, seu saber e sua ternura."
A todos os visitantes do Paixão de Educar eu desejo um maravilhoso dia dos mestres.
Beijos carinhosos!
enviada por Paixão de Educar
22/09/2006 14:23
Sugestões de Atividades de Geometria
Sugestão 1 - Educação Infantil
- Propor que os alunos explorem caixinhas, latas, blocos de madeira, de plásticos, tubos, carretéis, rolos de papel, para verificarem aqueles que possuem superfícies planas, curvas, os que rolam e os que não rolam, os que tem arestas ou bicos, os que possuem cantos arredondados entre outros, além de jogos e brincadeiras onde as crianças possam explorar o espaço que as cerca observando e construindo conceitos.
- Jogo das figuras geométricas: Com as crianças espalhadas em um espaço amplo, desenhar no chão círculos, triângulos, retângulos e quadrados. Brincar de pique - dentro e fora das figuras.Em um segundo momento propor que identifiquem nos objetos contidos em sala de aula as mesmas figuras de uma outra maneira. Exemplo: O mural é um retângulo, o Relógio é um círculo, o triângulo da bandinha rítmica, etc.
Sugestão 2: 1o Ciclo do Ensino Fundamental
Tema: As Três Partes
Disciplina: Matemática
Assunto: Geometria - Relações espaciais, formas geométricas
Procedimento:
Integrar a Literatura às aulas de Matemática pode representar uma mudança significativa no processo de ensino-aprendizagem. Nos primeiros anos do Ensino Fundamental, o livro "As Três Partes", de Edson Luiz Kozminski, possibilita desenvolver o senso de relações espaciais, conceitos e linguagem da Geometria.
O livro conta a história de uma casa que resolve se transformar. Para isso, ela se divide em três partes que se movem, formando novos objetos de acordo com as aventuras e experiências narradas.
Trabalhar com essa história pode ajudar os alunos no processo de aquisição dos conhecimentos referentes à idéia de número, medidas, formas geométricas, conceito de ângulo e simetria.
Após uma ou duas leituras e comentários sobre o livro, o professor pode propor aos alunos, organizados em dupla:
- reconstruir as formas que as três partes fazem ao longo do livro;
- comparar duas páginas do livro, identificando semelhanças e diferenças entre as figuras;
- identificar o nome das figuras, número de lados, ângulos (cantos);
- construir novas figuras com as três partes feitas em cartolina;
- escolher uma das três partes e montar seqüências em desenho ou colagem;
- compor e decompor a figura de cada parte a partir do eixo de simetria;
- reescrever e recriar a história a partir das figuras criadas.
O professor pode utilizar seus conhecimentos e criatividade para outras possibilidades de trabalho com essa história.
Referência Bibliográfica:
KOZMINSKI, Edson Luiz. As Três Partes. São Paulo: Ática, 1998 (Coleção Lagarta Pintada).

enviada por Paixão de Educar
15/09/2006 15:05
SUGESTÃO DE PROJETO: PROJETO ELEIÇÃO
Destinado a alunos do 1o Ciclo do Ensino Fundamental.
JUSTIFICATIVA:
Estamos em ano de eleições... Será que os alunos sabem o que fazem aqueles políticos que querem o voto dos eleitores?
Será que tamb&e |